De Dash para Jarl: uma história de evolução... ou de perda de sanidade?
Você começa jogando de Dash, cercado de tecnologia, mecanismos, boost, cálculos e aquela sensação de que está pilotando uma máquina de guerra.
Cada ponto de recurso importa. Cada carta tem uma função. Você pensa três turnos à frente e tenta transformar eficiência em vitória.
Aí, por algum motivo, você decide jogar de Jarl.
De repente, sua tecnologia é um machado, seu planejamento é uma boa pancada e sua solução para quase todos os problemas é bater mais forte.
Sai a engenharia. Entra a marcenaria.
Sai o laboratório. Entra o inverno.
E o mais curioso: você começa a gostar.
Flesh and Blood é assim: você pode até mudar de herói, mas nunca deixa de procurar uma maneira diferente de fazer seu adversário sofrer.

