A arte de escolher o próprio sofrimento é que deveria ser o título desse desabafo.
Minha jornada no Flesh and Blood começou com Dash. A ideia era genial: montar um campo cheio de itens, preparar uns mega turnos e construir uma máquina de guerra e dominar o adversário!!!
Na prática, eu frequentemente comprava uma mão cheia de itens. 👍
Quatro equipamentos, zero produtividade. Parecia que eu tinha montado uma loja, onde a moeda era a camarada de pau que eu levava na sequência...
Cansado dessa experiência, decidi migrar para Jarl. Afinal, talvez fosse hora de simplificar as coisas.
E simplifiquei mesmo: agora, em vez de uma mão cheia de itens que não fazem nada, tenho uma mão full red que também não faz nada.
Com Dash, eu brickava porque tinha itens demais. Com Jarl, bricko porque tenho cartas vermelhas demais.
É impressionante como consegui mudar de herói sem mudar de problema.
E o mais curioso é que continuo escolhendo esses personagens voluntariamente. Talvez exista alguma questão psicológica aí que mereça investigação.
Ou talvez eu só goste de sofrer mesmo..

